Ao povo brasileiro pertence a terra que habita e são reservados a ele o direito de aproveitá-la para seu sustento sem depredá-la. Os recursos, as riquezas, tudo que nela floresce pertence à nação. A soberania é irrefutável. No entanto, outros países tentam se infiltrar, derrubar, contornar a soberania brasileira utilizando-se de idéias fraternas, com preocupação de cunho ambiental. Caluniosos, escondem seu verdadeiro intuito, a usurpação.
Este falso sentimento é facilmente derrubado. Insinuam, tomamos como exemplo, a desorganização em relação à dirigência do Ministério do Meio Ambiente, contudo, continuam a expelir monóxidos e mais monóxidos. As mesmas nações que reclamam a Amazônia são as que mais depredam e poluem. Neste momento não são recordados os trâmites do Protocolo de Kyoto. De modo que alguns países fatidicamente não adotaram o compromisso de reduzir suas emissões combinadas de gases de efeito estufa em pelo menos 5% em relação aos níveis de 1990 até o período entre 2008 e 2012. O documento promete produzir uma reversão da tendência histórica de crescimento das emissões iniciadas nos países protocolados há cerca de 150 anos. Isso seria se o maior refutador da soberania brasileira em seu “American way of life”, responsáveis por 5,48 emissões per capita tonelada/ ano, admitisse sua fratulência.
A saúde do meio ambiente obviamente pertence à comunidade mundial. Mas, acima disso está o respeito humano. Não se interfere livremente em ecossistemas alheios. Quando concedermos tal invasão em nosso território poderemos reedigir e assinar nosso pacto colonial. Porque então voltaremos à antiga condição de vassalagem.Seria tal que confirmaria nossa incompetência. Já sugerida em publicação no jornal inglês The Independent, “Uma coisa está clara. Essa parte do Brasil (a Amazônia) é muito importante para ser deixada com os brasileiros.” Supomos então que devemos deixá-la nas mãos de esnobes amantes de hipismo e concursos caninos. Depois da pausa para o chá das cinco é claro. Ocorrido isto não perderemos apenas a patente de uma fruta típica, mas sim a patente de um ecossistema inteiro. Vão patentear o Brasil!


















